Sinceridade
Aconteceu um fato inédito em minha vida na quinta-feira. Eu desmaiei. Sim, isso mesmo. Eu desmaiei.
Meu coração desacelerou... ainda deu tempo de se perguntar "o que está acontecendo?" para, em seguida, desfalecer. Meus olhos se fecharam num súbito involuntário. E de repente, acordei me vendo deitado ao chão, sem saber o que se passou. Senti uma dor na cabeça, que estava ferida, e nos cotovelos também. Quando me levantei, vi o celular totalmente desmontado. Era a prova definitiva de que houve o desmaio...
Isso nunca aconteceu antes. Fui averiguar na internet, e descobri que o motivo eram as fortes emoções. Não vale a pena contar as razões. Enfim... depois desse acontecimento, não posso mais me iludir. Não posso mais fingir que tudo está certo. Não, não está. É mais do que necessário que eu mude completamente minhas atitudes. Eu digo, totalmente. Hoje foi um desmaio, e se amanhã for um aneurisma? Quem pode garantir que não?
Certamente isso é resultado de tudo o que colhi e plantei... todas as inseguranças, medos, fantasmas do passado... todo o auto-infligimento se converteu numa perda momentânea da consciência. Racionalmente falando, viver assim não significa nada. Eu agora sinto uma necessidade imensa de mudar. Definitivamente, esse masoquismo não funciona. Não me leva a lugar nenhum. Me deixou sem amigos, sem namorada, sem futuro. Me afastou do mundo, me prendeu a idealização humana, ao mundo virtual... me trouxe ataques anônimos, perturbações e delírios.
Eu estou disposto a combater isso. Dessa vez, penso seriamente em abandonar a internet. Se isso for o melhor pra mim, eu o farei. Até porque, este ano é uma passagem de dez anos de depressão e fracassos para um sucesso alcançado. E não posso aceitar que minha vida seja encurtada, porque fulano não responde minhas mentions, porque sou o único da família que não casou ou porque a minha mãe diz absurdos. Se essa é a única condição que me foi dada para viver de agora em diante, eu irei aproveitá-la. Do meu jeito. Sem interferências. A verdade é que não quero mais correr atrás de pessoas. Quero que me aceitem do jeito que eu sou. Não quero mais me esconder, quero ter direito de fala e pensamento. Somente compartilhando meus pensamentos é que poderei ser feliz.
Aliás, sobre compartilhar amores: sim, eu irei terminar o livro. E vou publicar o enigma de mika (ou qualquer que seja o nome). Farei o melhor trabalho de revisão que posso fazer. E entregarei o livro ao mundo. Sem medo de ser julgado.
Estou no meu limite. Já suportei muita indiferença. Não posso mais. É hora de olhar para dentro de mim. O que eu quero ser, só depende de mim mesmo. Dane-se os que não ficaram. Dane-se os que não se importam. A partir de hoje, eu sigo minha vida em busca da minha felicidade...
P.S.: Eu estava para fazer um post sobre a Patricia, e os comentários que eu reencontrei... mas não quero mais mexer no passado. Portanto, vou deixar aqui apenas as imagens como lembrança do nosso relacionamento.
Meu coração desacelerou... ainda deu tempo de se perguntar "o que está acontecendo?" para, em seguida, desfalecer. Meus olhos se fecharam num súbito involuntário. E de repente, acordei me vendo deitado ao chão, sem saber o que se passou. Senti uma dor na cabeça, que estava ferida, e nos cotovelos também. Quando me levantei, vi o celular totalmente desmontado. Era a prova definitiva de que houve o desmaio...
Isso nunca aconteceu antes. Fui averiguar na internet, e descobri que o motivo eram as fortes emoções. Não vale a pena contar as razões. Enfim... depois desse acontecimento, não posso mais me iludir. Não posso mais fingir que tudo está certo. Não, não está. É mais do que necessário que eu mude completamente minhas atitudes. Eu digo, totalmente. Hoje foi um desmaio, e se amanhã for um aneurisma? Quem pode garantir que não?
Certamente isso é resultado de tudo o que colhi e plantei... todas as inseguranças, medos, fantasmas do passado... todo o auto-infligimento se converteu numa perda momentânea da consciência. Racionalmente falando, viver assim não significa nada. Eu agora sinto uma necessidade imensa de mudar. Definitivamente, esse masoquismo não funciona. Não me leva a lugar nenhum. Me deixou sem amigos, sem namorada, sem futuro. Me afastou do mundo, me prendeu a idealização humana, ao mundo virtual... me trouxe ataques anônimos, perturbações e delírios.
Eu estou disposto a combater isso. Dessa vez, penso seriamente em abandonar a internet. Se isso for o melhor pra mim, eu o farei. Até porque, este ano é uma passagem de dez anos de depressão e fracassos para um sucesso alcançado. E não posso aceitar que minha vida seja encurtada, porque fulano não responde minhas mentions, porque sou o único da família que não casou ou porque a minha mãe diz absurdos. Se essa é a única condição que me foi dada para viver de agora em diante, eu irei aproveitá-la. Do meu jeito. Sem interferências. A verdade é que não quero mais correr atrás de pessoas. Quero que me aceitem do jeito que eu sou. Não quero mais me esconder, quero ter direito de fala e pensamento. Somente compartilhando meus pensamentos é que poderei ser feliz.
Aliás, sobre compartilhar amores: sim, eu irei terminar o livro. E vou publicar o enigma de mika (ou qualquer que seja o nome). Farei o melhor trabalho de revisão que posso fazer. E entregarei o livro ao mundo. Sem medo de ser julgado.
Estou no meu limite. Já suportei muita indiferença. Não posso mais. É hora de olhar para dentro de mim. O que eu quero ser, só depende de mim mesmo. Dane-se os que não ficaram. Dane-se os que não se importam. A partir de hoje, eu sigo minha vida em busca da minha felicidade...
P.S.: Eu estava para fazer um post sobre a Patricia, e os comentários que eu reencontrei... mas não quero mais mexer no passado. Portanto, vou deixar aqui apenas as imagens como lembrança do nosso relacionamento.




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