Desventuras de um pequeno desajeitado (PARTE I)
Então, vamos lá...
Parece que estou mesmo desfalecendo. Sinto-me morimbundo a cada dia que passa. Quando percebi que não havia escolha senão pegar aquele trem abafado, cheio de pessoas escandalosas com suas risadas irritantes, que levam o mais paciente dos homens à loucura, á esperava que o dia não seria bom. Talvez o pessimismo mais uma vez tenha ajudado. Mas, enfim, eu sei quando a sorte e o azar estão do meu lado. Hoje, eu fui um azarado. Melhor, um completo pateta, desregulado, esbarrando aqui e acolá naquele furduncio que chamam de Centro da cidade. Meus pés ainda doem. O que eu faria agora por uma massagem!
Peguei a Van rumo à Ilha... Mais viagem, mais chão, e mais estresse também. Chegando lá, direto ao homem-das-inscrições. E mais uma vez fui tapeado com a mesma história:
- " Você espera até o dia tal, pra você fazer coisa tal e enfim conseguir tal tal tal. "
Eu poderia ficar feliz em saber que ele estava confiante em me ajudar. Mas essa enrolação me incomoda. Me assusta. Me entristece...
(...)
Hoje eu cheguei tão cansado que não sentia meus pés tocarem no chão... Meus ossos sacodem quando os pensamentos ruins vem à mente. Estou fervilhando no oceano das confusões, nadando sem rumo, sem direção...
Talvez eu me afogue... Está difícil pedir socorro, quando ninguém me ouve. Estou sozinho no oceano. Eu não queria que fosse assim... Mas as coisas estão acontecendo... de um jeito que não sei explicar...
Cada dia que passa é uma frustração a mais, uma angustia a mais, um medo maior... Nunca pensei que isso pudesse agravar tanto...
Eu vejo as mesmas pessoas, os mesmos rostos, nada muda, todos são iguais! Parece uma conspiração aquele lugar. Talvez não seja tão bom quanto eu imagina. Talvez tudo isso não tenha passado de um conto-de-fadas.......
Parece que estou mesmo desfalecendo. Sinto-me morimbundo a cada dia que passa. Quando percebi que não havia escolha senão pegar aquele trem abafado, cheio de pessoas escandalosas com suas risadas irritantes, que levam o mais paciente dos homens à loucura, á esperava que o dia não seria bom. Talvez o pessimismo mais uma vez tenha ajudado. Mas, enfim, eu sei quando a sorte e o azar estão do meu lado. Hoje, eu fui um azarado. Melhor, um completo pateta, desregulado, esbarrando aqui e acolá naquele furduncio que chamam de Centro da cidade. Meus pés ainda doem. O que eu faria agora por uma massagem!
Peguei a Van rumo à Ilha... Mais viagem, mais chão, e mais estresse também. Chegando lá, direto ao homem-das-inscrições. E mais uma vez fui tapeado com a mesma história:
- " Você espera até o dia tal, pra você fazer coisa tal e enfim conseguir tal tal tal. "
Eu poderia ficar feliz em saber que ele estava confiante em me ajudar. Mas essa enrolação me incomoda. Me assusta. Me entristece...
(...)
Hoje eu cheguei tão cansado que não sentia meus pés tocarem no chão... Meus ossos sacodem quando os pensamentos ruins vem à mente. Estou fervilhando no oceano das confusões, nadando sem rumo, sem direção...
Talvez eu me afogue... Está difícil pedir socorro, quando ninguém me ouve. Estou sozinho no oceano. Eu não queria que fosse assim... Mas as coisas estão acontecendo... de um jeito que não sei explicar...
Cada dia que passa é uma frustração a mais, uma angustia a mais, um medo maior... Nunca pensei que isso pudesse agravar tanto...
Eu vejo as mesmas pessoas, os mesmos rostos, nada muda, todos são iguais! Parece uma conspiração aquele lugar. Talvez não seja tão bom quanto eu imagina. Talvez tudo isso não tenha passado de um conto-de-fadas.......
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